Não saio sem ele ou pelo menos tento que assim seja. Guardo-o junto ao mim, na mão ou no bolso, apertado em duas metades. Tenho fome e espero sentado. Não queria o silêncio que me persegue, procuro quebrar com ele. Peço. Nos entretantos, faço o mergulho, não olho a nada, vou de cabeça e salto sem pensar, dou início à leitura. Observo as imagens de relance, letras gordas atraem-me a visão, desvio olhar para pegar em objectos que me rodeiam, transformo-os. Estou de novo embranhado nele, já não vejo nada para além de umas letras miudinhas.
11.26.2007
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